Investimentos contínuos: Motiva Autoban já aplicou R$ 16 bilhões em melhorias viárias

Os investimentos abrangem desde serviços essenciais de operação e atendimento até grandes obras de modernização

Escrito por Assessoria de Comunicação, em 26/06/2026

A malha viária paulista é considerada um motor de desenvolvimento econômico e social do país. Isso significa que rodovias em boas condições reduzem em até 31% os custos operacionais do transporte, segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), que anualmente avalia as rodovias brasileiras com base em três pilares principais:

  • Pavimento: qualidade do asfalto, ausência de buracos e manutenção constante.
  • Sinalização: placas visíveis, faixas bem pintadas, dispositivos refletivos e informações claras.
  • Geometria da via: curvas seguras, acostamentos adequados, pontes e dispositivos de segurança.

O Sistema Anhanguera-Bandeirantes, administrado desde 1998 pela Motiva Autoban, tem recebido constantes investimentos em duplicações e faixas adicionais, o que garante a ampliação da capacidade das vias, para reduzir congestionamentos. Dispositivos de segurança como barreiras, defensas metálicas e sistemas de monitoramento também tem sido prioridade de investimentos, assim como a tecnologia e os demais serviços gratuitos de atendimento aos clientes.

Ao longo de 28 anos de concessão, a Motiva Autoban já investiu cerca de R$ 16 bilhões em melhorias viárias, manutenção e obras de ampliação de capacidade no Sistema Anhanguera-Bandeirantes. Esses recursos são provenientes, principalmente, da arrecadação das tarifas de pedágio, mecanismo que garante a sustentabilidade da operação e a qualidade da infraestrutura oferecida aos usuários.

Os investimentos abrangem desde serviços essenciais de operação e atendimento até grandes obras de modernização. Entre as ações realizadas estão o atendimento ao cliente com guinchos, socorro mecânico e ambulâncias de resgate; a operação da rodovia com monitoramento 24 horas e gestão do Centro de Controle Operacional; a conservação e manutenção do pavimento, da drenagem, pontes, viadutos e passarelas; a sinalização e segurança viária e as obras de ampliação e modernização, como duplicações, faixas adicionais e novos dispositivos de acesso.

Um exemplo emblemático desse compromisso é a recuperação de 100% do pavimento do Sistema Anhanguera-Bandeirantes, com conclusão prevista para este mês após cerca de dois anos de execução e investimentos da ordem de R$ 1 bilhão. Obras como esta reforçam como os valores pagos pelos clientes retornam em forma de melhorias concretas, elevando o nível de serviço e garantindo viagens mais seguras e confortáveis.

O modelo de concessão rodoviária prevê que a receita obtida com os pedágios seja aplicada diretamente em serviços e obras obrigatórias, fiscalizadas pela Artesp (Agência Reguladora do Transporte do Estado de São Paulo). Dessa forma, cada tarifa paga contribui para manter a rodovia em condições adequadas de operação, segurança e fluidez.

 

Mitos e Verdades sobre o pedágio

Mito: O pedágio é apenas uma taxa para usar a rodovia.
Verdade: O pedágio financia operação, manutenção e obras, garantindo rodovias seguras e modernas.

Mito: Todo o dinheiro arrecadado vira lucro da concessionária.
Verdade: A maior parte da receita é destinada a investimentos e serviços obrigatórios previstos em contrato, sob fiscalização da Artesp.

Mito: O pedágio não traz benefícios diretos ao motorista.
Verdade: Os benefícios são imediatos e perceptíveis - pistas em boas condições, atendimento rápido em emergências, sinalização eficiente e obras que reduzem congestionamentos.

Mito: A tarifa é definida pela concessionária.
Verdade: O valor é estabelecido em contrato e regulado pela Artesp, com reajustes previstos e fiscalizados pelo Poder Concedente.

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