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RioSP celebra quatro anos de concessão da Via Dutra e da Rio-Santos com avanços em segurança, tecnologia e capacidade

Nesse período grandes entregas foram feitas, entre elas, as obras da Região Metropolitana de São Paulo.

Escrito por Assessoria de Comunicação, em 01/03/2026

Há quatro anos, a RioSP, uma empresa Motiva, assumiu a concessão da Via Dutra e da Rio-Santos, iniciando uma nova fase de investimentos e, principalmente, de tecnologia para essas duas importantes rodovias do país. O primeiro grande investimento foi a ampliação da capacidade de tráfego da Via Dutra na Região Metropolitana de São Paulo, entre Arujá e a capital paulista, passando por Guarulhos. Somente neste trecho da Via Dutra, a concessionária investiu R$ 1,4 bilhão em melhorias, entre elas, estão novos acessos das pistas marginais para as expressas, os novos viadutos que ligam às pistas expressas da Via Dutra ao aeroporto de Guarulhos e a Rodovia Fernão Dias. Além da ampliação da pista expressa, que agora conta com três faixas por sentido, entre a Rodovia Hélio Smidt (km 219) e a chegada à capital paulista. 

E não para por aí. A região de São José dos Campos também está recebendo investimento de aproximadamente R$ 650 milhões. Hoje, a RioSP está com obras de ampliação da capacidade de tráfego entre os km 158 e 143. Neste trecho a concessionária está com obras nas pistas expressas que terão nova configuração – passando de duas para quatro faixas por sentido. Também estão sendo construídas novas pistas marginais onde ainda não há. 

Nesse trecho com obras, a RioSP entregou, em julho de 2025, um trecho de 4km de novas pistas marginais entre São José dos Campos e Jacareí, no sentido SP. Essa liberação separa o tráfego local (que deve usar as marginais) do de longa distância (que deve usar as pistas expressas) para aumentar a fluidez e a segurança. 

No mesmo mês de 2025, foi entregue também a readequação do trevo de acesso a Jacareí, no km 158 sentido SP.  Já em novembro do mesmo ano, a concessionária liberou para o tráfego outros 4km de nova pista marginal no sentido Rio de Janeiro, beneficiando, principalmente, os motoristas que moram em Jacareí e precisam se deslocar para São José dos Campos, que passaram a fazer o trajeto todo pela nova marginal. Também foram readequadas três passarela e construída uma nova no km 157.

Serra das Araras

Além desses dois grandes investimentos no trecho de São Paulo da Via Dutra, a concessionária está transformando a mobilidade de um dos pontos mais críticos da rodovia – a Serra das Araras. Por décadas, a Serra das Araras simbolizou um dos maiores gargalos logísticos do Brasil. Localizada no Sul Fluminense, no trecho mais crítico da Via Dutra, a subida e a descida entre Piraí e Paracambi sempre exigiram paciência, atenção redobrada e tempo dos motoristas que circulam pelo principal eixo econômico do país. Agora, esse cenário começou a mudar com a maior obra de engenharia rodoviária em andamento no Brasil.

Com investimento de aproximadamente R$ 1,5 bilhão, a construção da Nova Serra das Araras, conduzida pela RioSP inaugura uma nova perspectiva de mobilidade, segurança viária e desenvolvimento regional para o corredor que conecta Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje, a obra está com um avanço físico superior a 60%. 

No total, o projeto prevê 24 viadutos, três passarelas, quatro faixas de rolamento por sentido e velocidade máxima de 80 km/h. Além de duas rampas de escape. O objetivo central é eliminar curvas acentuadas, aumentar a fluidez e reduzir pela metade o tempo de subida e descida no trecho. 

Rio-Santos

A rodovia Rio-Santos também recebeu investimentos, entre eles, a recuperação do pavimento de toda extensão da rodovia, revitalização e instalação de novas placas de sinalização e de dispositivos de segurança, implantação de fibra óptica, instalação de câmeras de monitoramento e 11 novos painéis de mensagem variável. A RioSP revitalizou também a iluminação já existente neste trecho, assim como as passarelas. 

Tecnologia

A Dutra e a Rio-Santos também evoluíram em tecnologia e segurança, com conectividade ao longo das vias, ampliação da iluminação em trechos estratégicos e monitoramento contínuo, permitindo respostas mais rápidas a ocorrências. Tem também o Free Flow, que na Rio-Santos substitui as tradicionais praças de pedágio. Já na Região Metropolitana de São Paulo da Via Dutra, a tecnologia é uma importante ferramenta de gerenciamento de tráfego.

Esses avanços são sustentados pela atuação das equipes de pista, apoio administrativo, ambulâncias e atendimento 24 horas. Cada colaborador e cada cliente são parte fundamental dessa jornada. Quatro anos depois, o marco representa a consolidação de uma rodovia mais preparada para conectar pessoas, economias e trajetos com maior eficiência e segurança.

Estrutura

21 Bases operacionais:

11 na Via Dutra – todas bases de atendimento ao cliente

10 na Rio-Santos – 5 bases operacionais e 5 bases de atendimento ao cliente.

Frota de Operações: 

14 ambulâncias de suporte básico 
7 ambulâncias de suporte avançado 
53 veículos de inspeção articulada (VIA), guinchos leves, pesados e superpesados 
10 viaturas operacionais (caminhões boiadeiros e caminhões pipas) 
05 viaturas de supervisão

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