A Motiva Paraná participou na terça-feira (31) de uma reunião com diretores do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR), para apresentar aspectos técnicos do projeto do contorno rodoviário em Ponta Grossa. A região tem relevo bastante acidentado e prevalência de solo mole ou colapsível.
Representantes da concessionária abordaram as adaptações feitas na proposta para atender pedidos de entidades e como há duas alternativas consideradas as mais viáveis do ponto de vista de sustentabilidade, construtivo e de prazo da obra. Um exemplo é o balanço de massa, quando é feita a melhor equação entre a quantidade de materiais retirados em uma parte da obra para que sejam aplicados em outro trecho. A medida oferece menor impacto ambiental por evitar descarte excessivo ou demanda por grandes quantidades de terra.
O traçado precisa aliar também itens como relevo, inclinação da pista e raio de curvas para obedecer a velocidade de diretriz da rodovia, o que justifica a preocupação técnica em evitar trechos muito sinuosos para otimizar distância, tempo de viagem, conforto e segurança para motoristas de veículos leves e pesados.
Sobre a Motiva Paraná – É responsável pela concessão de 569 quilômetros de rodovias no estado e abrange 21 municípios nas rodovias BR-369, BR-376, BR-373, PR-445, PR-170, PR-323 e PR-090. O investimento ao longo de 30 anos será de R$ 16 bilhões em obras de melhorias de infraestrutura viária, como contornos, duplicações e faixas adicionais, além da operação.
Sobre a Motiva – Maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, atua nas plataformas de Rodovias, Trilhos e Aeroportos. São 39 ativos, em 13 estados brasileiros e 16 mil colaboradores. A Companhia é responsável pela gestão e manutenção de 4.475 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente. Em Trilhos, por meio da gestão de metrôs, trens e VLT, transporta anualmente 750 milhões de passageiros. Em Aeroportos, com 17 unidades no Brasil e três no exterior, atende aproximadamente 45 milhões de clientes anualmente. Foi a primeira empresa a abrir capital no Novo Mercado da B3 e compõe há 14 anos o hall de sustentabilidade da B3.